• Bruno Ribeiro, O Estado de São Paulo

"Prefeitura apura falha em restauro de palacete em SP"

"Associação de moradores diz que shopping destruiu parte do Casarão de Nhonhô Magalhães; empresa nega e diz ter aval de órgãos oficiais.

A Prefeitura de São Paulo apura se obras de restauração de um palacete tombado no bairro de Higienópolis, na região central da capital paulista, causaram a destruição do patrimônio que deveria estar sendo protegido.

(...)

O advogado Marcelo Manhães de Almeida, especialista em tombamento, lembra que as reformas têm de ser aprovadas pelos órgãos de preservação, mas que bens tombados podem ser alterados. "Um exemplo é o Museu do Ipiranga" diz, ao citar local tombado alvo de intervenções. O museu, na zona sul, está fechado para reformas desde 2013. "Acessibilidade e segurança são dois pontos que sempre resultam em mudanças".

O Casarão é uma obra de cinco pavimentos que já abrigou uma série de órgãos públicos como a Secretaria Estadual da Segurança Pública, em 1970. Ele foi arrematado pelo shopping no ano de 2015, em um leilão pelo governo do Estado, por R$41 milhões (valor corrigido). Desde 2015, o shopping é de propriedade do Grupo Iguatemi, da família Jereissati. Antes disso, o empreendimento já foi alvo de ações judiciais por acusações de danos ao patrimônio do bairro e licenciamento irregular."

Por Bruno Ribeiro, para O Estado de São Paulo.

Para conferir a reportagem na íntegra, faça download do arquivo.

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